O corpo de Vitória Regina de Sousa, de 17 anos, foi encontrado sem vida e com sinais de extrema violência em uma trilha na zona rural de Cajamar, após ficar desaparecida por sete dias. A adolescente estava nua, com cabelos raspados, parcialmente esquartejada e com profundos ferimentos na garganta. Os braços estavam amarrados com fita plástica, e há suspeita de que alguns ferimentos tenham sido causados por animais. O ex-namorado de Vitória é o principal suspeito e teve sua prisão decretada pela Justiça; ele está foragido. A identificação do corpo foi feita pelos familiares, que reconheceram as tatuagens e o piercing da vítima. A operação de busca contou com mais de 100 agentes, e a prefeitura de Cajamar declarou luto oficial de três dias. A investigação continua, com 14 depoimentos já colhidos, enquanto as autoridades procuram cumprir o mandado de prisão contra o suspeito.
A Justiça negou o pedido de prisão do ex-namorado de Vitória Regina Sousa, uma adolescente de 17 anos encontrada morta após desaparecer em Cajamar, na Grande São Paulo. O juiz Marcelo Henrique Mariano decidiu que não há indícios suficientes para prisão ou busca e apreensão, necessitando aprofundamento das investigações. A Polícia Civil investiga o ex-namorado devido a divergências em seu depoimento comparado a outras testemunhas.
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A adolescente Vitória Regina de Sousa foi vítima de um crime de vingança que pode ter envolvimento do Primeiro Comando da Capital (PCC), segundo o delegado Aldo Galiano, de Franco da Rocha. Galiano destacou que Vitória foi torturada e mantida em cárcere por dois ou três dias antes de ser encontrada em uma área de mata. O delegado mencionou que a região, incluindo a favela próxima à residência da adolescente, tem um foco significativo do PCC, e que um membro importante da organização havia sido preso ali meses atrás.


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